Bemtevis, cabanos e ligueiros

organização e atuação da elite política do Maranhão após a Balaiada (1842-1855)

Autores

  • Arthur Roberto Germano Santos UFRRJ Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.23927/issn.2526-1347.RIHGB.2021(485):39-72

Palavras-chave:

Elite política do Maranhão, Deputados, eleições, partidos

Resumo

Este artigo pretende analisar a organização e a atuação da elite política do Maranhão, no século XIX, entre 1842 e 1855, a partir das eleições. Busca compreender a configuração (e as reconfigurações) dos grupos políticos maranhenses nesse período. Os pleitos para os cargos eletivos do governo central certamente eram um momento singular que mobilizava os grupos políticos locais; evidenciavam, ainda, suas ações, identidades e força. Será, portanto, matéria crucial e recorrente deste trabalho. O recorte temporal se justifica por ser o período de (re)constituição dos partidos locais após o fim da Balaiada e a dissolução da Câmara Geral em 1842. Finalizo antes da promulgação da Lei dos Círculos (1855), que alterou as regras da disputa eleitoral. Enfocarei os deputados maranhenses eleitos para a Câmara Geral. Em menor medida, falarei dos senadores e deputados provinciais. Sempre que possível, trarei informações biográficas sobre eles e seus aliados, a partir de diferentes tipos de fontes, para ajudar a compor um quadro mais amplo dessa elite política, bem como de seus laços. Para averiguar as identidades e organização das elites no âmbito provincial, privilegiarei uma fonte específica: os jornais do período. Outro corpus documental servirá para confrontar, quando possível, essas caracterizações e identificações com a atuação institucional: os anais da Assembleia Geral e do Senado do Império.. 

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Biografia do Autor

  • Arthur Roberto Germano Santos, UFRRJ

    Doutorando em História/UFRRJ. 

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Publicado

2024-03-01

Edição

Seção

Artigos e Ensaios

Como Citar

SANTOS, Arthur Roberto Germano. Bemtevis, cabanos e ligueiros: organização e atuação da elite política do Maranhão após a Balaiada (1842-1855). Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Rio de Janeiro, v. 182, n. 485, p. 39–72, 2024. DOI: 10.23927/issn.2526-1347.RIHGB.2021(485):39-72. Disponível em: https://rihgb.emnuvens.com.br/revista/article/view/131. Acesso em: 24 maio. 2026.

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