Uma certa tradição rebelde

ruídos, rumores e resistências escravas nos caminhos da liberdade do Brasil (Grão-Pará, 1820-1850)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.23927/revihgb.v.184.n.492.2023.52

Palavras-chave:

Escravidão, rebeldia, liberdade, independência, Estado Nacional, Amazônia

Resumo

Neste texto, compreendo a tradição rebelde escrava associada às lutas políticas da primeira metade do século XIX em três momentos: na década de 1820, quando da ruptura política com Portugal; na década de 1830, quando ainda das indefinições acerca do processo de independência e construção do Estado Nacional, durante o período regencial, com destaque para a Cabanagem; e, por fim, quando da consolidação do processo da independência entre 1840 e 1850,  com o fim do tráfico de escravos e a preservação da escravidão, sob a hegemonia conservadora, o que teria em larga medida minado a tradição rebelde escrava.

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Biografia do Autor

  • José Maia Bezerra Neto, Universidade Federal do Pará

    Sócio Efetivo e Vice-Presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Pará-IHGP. Professor da Faculdade e Programa de Pós-Graduação em História Social da Amazônia da UFPA.

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Publicado

2023-12-04

Edição

Seção

Dossiê

Como Citar

BEZERRA NETO, José Maia. Uma certa tradição rebelde: ruídos, rumores e resistências escravas nos caminhos da liberdade do Brasil (Grão-Pará, 1820-1850). Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Rio de Janeiro, v. 184, n. 492, p. 110–126, 2023. DOI: 10.23927/revihgb.v.184.n.492.2023.52. Disponível em: https://rihgb.emnuvens.com.br/revista/article/view/52. Acesso em: 24 maio. 2026.

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